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Esse comportamento os transforma em responsáveis pela disseminação de um conceito de marca de uma forma que a comunicação tradicional jamais seria capaz de realizar.
Se pensarmos que as marcas carismáticas tem uma relação íntima com seus consumidores, fica fácil entender como eles se transformam, automaticamente, em “porta-vozes” dessas marcas.
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Dessa forma podemos dizer que alcançar o patamar de “marca carismática” é uma forma eficiente de fidelização.
Os consumidores apaixonados por essas marcas carismáticas acham que não existe substituto disponível no mercado e por isso sustentam um preço maior.
Alcançar o patamar de “marca carismática” permite uma maior margem de lucro ( e ao mesmo tempo a enorme responsabilidade de continuar acertando constantemente).
Algumas “marcas carismáticas” são baseadas exclusivamente na inovação, como as marcas ligadas a tecnologia por exemplo.
Nem sempre uma “lovemark” ( marca carismática) é inovadora. As vezes ocorre exatamente o contrário, porém cada vez mais, no cenário contemporâneo, ou você se diferencia ou deixa de existir.
Uma boa equação para traduzir a relação íntima entre branding, design e inovação é sugerida no livro “Empresa orientada pelo design”.
“O design motiva a inovação, a inovação dá poder à marca, a marca constrói fidelidade, a fidelidade sustenta os lucros.”