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O Neuromarketing é temido por parte da comunidade mundial devido a “possibilidade” de “subjugar a mente e usá-la para obter ganhos comerciais”. Pedidos foram enviadas ao senado dos Estados Unidos pedindo o cancelamento desse tipo de pesquisa.
O Neuromarketing ainda é um privilégio para poucas empresas. Sua utilização depende de equipamentos sofisticados e condições específicas. Sua utilização em massa ainda é uma aposta futura. De qualquer forma, o resultado de algumas pesquisas já pode apontar alguns caminhos, muitos deles já traçados pelo branding, outros nem tanto…
O que nos influencia durante uma pesquisa? nossas respostas “racionais” são confiáveis? nossas opções são conscientes ou inconscientes? O Neuromarketing surge para tentar achar uma resposta “definitiva” para essas questões e reforça a máxima do anti-herói mais popular da TV da última década: “Everybody lies”
Descobrir, com um mínimo de qualidade científica, o que leva um indivíduo a consumir essa ou aquela marca parece ser o novo desafio do MKT. Nos próximos posts falaremos um pouco sobre esse tal Neuromarketing.
Neurociência e Marketing, o que essas coisas tem em comum? Nos próximos posts falaremos sobre isso.
Gerenciar marca é gerenciar confiança. Quanto mais uma marca é capaz de entregar o que promete, maior a confiança do consumidor. Confiança gera fidelidade.
Orientar uma empresa para inovação é gerar idéias “novas” como regra e não como exceção. Claro que sempre refletindo sobre o valor que essa transformação gera na marca transformadora.
    Em um mundo globalizado, cada vez mais padronizado, o que te diferencia da concorrência?  Não há como fugir da pergunta, cada vez mais presente em todos os segmentos.  Quando falamos em educação, instituições de ensino, não é diferente.  Por que colocar o meu filho em escola X ou Y ?  Muitas podem ser […]
Estágio em mídias sociais na CEB+D. Movimentação de redes sociais e auxílio na geração de conteúdo para a agência e clientes. Currículos para jobs@caioesteves.com.br