" />
  
x
15 Out Branding para Startups

startup-branding

O termo mais ouvido, no mundo dos negócios, nos últimos tempos é startups.

Sim, num primeiro momento, pode parecer simples definir o termo. Os mais leigos no assunto diriam: startups são empresas que estão começando. Sim, não deixa de ser uma possível definição, mas isso seria um tanto raso, existem outros tantos valores e classificações que definem uma empresa startup.

Na verdade startup, sempre foi sinônimo de iniciar uma empresa e colocá-la em funcionamento, mas para entender como a expressão somou outras possíveis definições é preciso voltar dezoito anos no tempo.

Mais precisamente em 1996. Ano em que o mundo assistia ao nascimento da ovelha Dolly, o animal que virou símbolo da evolução científica por ser o primeiro mamífero clonado a partir de uma célula adulta.

Ano em que o Brasil tentava desvendar a misteriosa morte de PC Farias, que por meses a fio ocupou as capas dos principais veículos de comunicação, assim como a trágica morte dos integrantes do grupo Mamonas Assassinas.

Mas outro acontecimento mudaria para sempre os rumos da comunicação e do relacionamento entre pessoas, entre marcas e empresas. O fenômeno da “bolha da internet” crescera em tamanha proporção que ultrapassou fronteiras, até que a onda gigante desaguasse em terras tupiniquins.

E foi assim que, dentre outras tantas coisas, o termo startup começou a ser usado aqui.

Nesse início, a definição surgiu como um grupo de pessoas que trabalhava com uma ideia diferente, que aparentemente poderia fazer dinheiro.

Com o passar do tempo, o mundo dos negócios foi ampliando ainda mais esse leque. Os mais conservadores dizem que qualquer pequena empresa em seu período inicial pode ser considerada uma startup, outros defendem que uma startup é uma empresa com custos de manutenção muito baixos, mas que consegue crescer rapidamente e gerar lucros cada vez maiores.

Para o Sebrae, startup é uma empresa nova , até mesmo embrionária ou ainda em fase de constituição, que conta com projetos promissores, ligados à pesquisa, investigação e desenvolvimento de ideias inovadoras.

Outra definição, que parece satisfazer diversos especialistas e investidores é: uma startup é formada por um grupo de pessoas à procura de um modelo de negócios repetível e escalável, trabalhando em condições de extrema incerteza. Apesar de sucinta, a definição envolve diversos conceitos.

Quando falamos em gerar valor com um modelo de negócio que permita isso, falamos literalmente como transformar o seu trabalho em dinheiro, o fato desse negócio ser repetível significa que a empresa startup deve ser capaz de entregar o mesmo produto em escala potencialmente ilimitada, sem muitas customizações ou adaptações para cada cliente.

O ser escalável é o sucesso de uma startup. Crescer em receita ao mesmo tempo que os custos aumentam lentamente. Isso proporciona um acúmulo de lucros e gera mais riqueza.

E por fim tudo isso num cenário de extrema incerteza, extrema incerteza ? Sim, não há como afirmar se aquela ideia ou projeto de empresa irá realmente dar certo.

Para corroborar tal afirmação, uma recente pesquisa divulgada pela Fundação Dom Cabral ( FDC), mostra que 25% das startups brasileiras não sobrevivem a um ano de existência, ou seja, uma a cada quatro morre nos doze primeiros meses.

Mas por que?

Vários são os fatores :

O capital que se tem para abrir a empresa, por exemplo. A pesquisa ouviu quem tinha dinheiro para apenas um mês de vida e quem tinha capital de giro e fôlego até um ano. E pasmem, quem tinha fôlego para aguentar o primeiro ano tem 3,2 vezes mais chances de falir do que aquelas que só têm dinheiro para um único mês. Segundo a pesquisa a explicação é: investir uma grande quantidade de recursos na startup antes dela começar a faturar aumenta as chances de insucesso e indica que, para essas empresas, o melhor é ter foco na realidade do mercado.

Mas, um outro dado da pesquisa chama ainda mais atenção.

Os pesquisadores descobriram que as chances de fracasso de uma startup aumentam quando a empresa tem muitos sócios.

A cada sócio que se dedica integralmente ao negócio, a chance de dar errado aumenta em 1,24 vez. De acordo com a Fundação Don Cabral muitas vezes, os interesses pessoais e profissionais dos sócios não convergem, resultando em problemas de relacionamento.

Parece óbvio que os sócios tenham que ter o mínimo de afinidade para abrir um negócio juntos, mas às vezes acreditar na mesma ideia não significa trilhar o mesmo caminho e aí que mora o perigo.

A palavra chave que pode servir de antídoto para diluir qualquer problema de relacionamento entre sócios é: Alinhamento.

Tradicionalmente as startups não se preocupam com branding, por uma simples questão, elas ainda não sabem exatamente qual será o seu negócio. No universo startup é comum ouvir a expressão “pivotar”, que significa que a nova empresa precisa procurar outro modelo, outro produto ou até outro objetivo para seu negócio dar certo.

Acredito, e temos visto essa preocupação nas conversas com os jovens empreendedores ( e não tão jovens também) que cada vez mais as startups começam alinhadas com um propósito. Esse propósito, que é diferente de essência da marca, é geralmente o que liga as pessoas que estão no empreendimento, ou pelo menos deveria ser.

Outra coisa que se ouve muito é que os projetos de startups vão arrebanhando gente e quando se dão por conta não se sabe mais como lidar com esse bando de sócios. Aí o branding pode ajudar também. Nessas horas um simples “porque?” pode resolver a situação. Porque vocês estão nesse negócio? pergunta simples e auto seletiva assim! A resposta automática não conta: ganhar dinheiro, quero a segunda resposta, o que motiva cada um a estar ali!, como o Caio Esteves disse no último seminário sobre startups que participou.

Essa é uma colaboração do branding no processo, as vezes esquizofrênico, das startups. Entender o que motiva os sócios, ajudar a criar o alinhamento, a cola entre esse grupo de pessoas.

Dessa forma, teremos uma “idéia comum” que é muito diferente de uma “idéia única”. Essa idéia comum pode otimizar esforços, afinar o time e ser o primeiro passo para uma proposta de marca.

Foi pensando nesse ritmo frenético das startups que aprimoramos o programa chamado startup branding da CEB+D que agora conta com uma ferramenta chamada BETABRANDING.

O BETABRANDING é uma metodologia nova da agência que adequa a nossa dinâmica colaborativa de branding as necessidades específicas das startups.

Nesse programa você terá velocidade, dinamismo nas correções de rota e trabalhará sempre com sua proposta de marca também em beta, assim como você trabalha a sua empresa!

Dessa forma só fechamos sua proposta de marca quando você definir seu negócio e enquanto isso você tem a tranquilidade e segurança de apresentar seu projeto de forma correta e profissional, sem arcar com os custos de um projeto de marca completo nesse período inicial de incerteza.

 

 

 

.

 

Sem comentários

Deixe seu comentário

Volte para a Home ou saiba mais sobre o serviços de  personalidade da marca e experiência de marca da agência.