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    No  começo de Outubro aconteceu o congresso “Future of Places” em Buenos Aires, na Argentina. Esse foi o segundo de uma série de 3 encontros internacionais para a discussão de placemaking. Infelizmente, por uma série de compromissos profissionais, não pude participar da primeira edição em Estocolmo no ano passado, mas a proximidade com […]
A Responsabilidade Social está intimamente ligada à Sustentabilidade e à Ecologia. Durante muito tempo classificou-se sustentabilidade como algo ligado a ecologia e responsabilidade social como algo ligado as pessoas. Muitos autores usam, atualmente, o termo responsabilidade social com uma forma mais ampla e contemporânea de definir todo o espectro que envolve a discussão: ecológico e social.O design social, ou "socialmente responsável", enquanto produto físico, só pode ser assim considerado se o seu processo de confecção é ecológico e socialmente responsável. Exemplificando, se uma ONG oferece uma sacola ecológica como produto para manter seus projetos, e recebe uma demanda duas vezes superior à sua capacidade de produção, e a aceita sem aumentar o número de colaboradores, esse processo de confecção dos produtos se torna exaustivo e muitas vezes excede a jornada de trabalho. Ou seja, o processo do design enquanto produto deixou de ser socialmente responsável, mas o conceito (planejamento inicial) da ONG ainda é de caráter social, pois o dinheiro das vendas será revertido em benefícios para a comunidade. E aí vai a pergunta, esse exemplo pode ser considerado como Design de Caráter Social?
Quando pensamos em marca, pensamos logo em associá-la a um ícone gráfico para que todos possam lembrar visualmente dela, e o design propõe inúmeras tendências para que isso seja possível. A última forte tendência foi o ‘Flat Design’, mas será que ele é realmente válido para qualquer marca? Ele é realmente válido para sua marca? […]
De alguns anos para cá, os conceitos sustentabilidade, reutilização de objetos, ecologia e reciclagem, estão ganhando cada vez mais força. Mas será que pessoas e empresas que se comprometem a seguir esses conceitos, os aplicam de forma eficiente no seu dia a dia? Recentemente, a Coca-Cola lançou o projeto “Second Lives”, segunda vida em português, […]
Nossa primeira colaboração para o portal Infobranding Artigo sobre a importância das marcas para terceiro setor http://www.infobranding.com.br/branding-para-o-3o-setor/
Reflexão sobre o design cambiante e as marcas mutantes. Confusão de termos, moda ou inovação? Uma reflexão sob a perspectiva do branding.
Agora a coisa ficou ainda mais séria, com a entrada dos novos termos “city branding” e “place branding” que embora possam parecer a mesma coisa, de fato não são. Desde sempre criamos associações para conferir importância a um lugar: a cidade do doce em compota, o pólo gastronômico de tal lugar, ou a ebulição cultural de outro lugar, a rua dos teatros, o praça dos cafés e por aí vai... Nesse aspecto os americanos são notoriamente craques nesse assunto, inventam de tudo pra tirar um pequeno lugar do esquecimento e inseri-lo no radar de todo o tipo de curiosos.
Uma "agência boutique" é o sentimento, por parte dos clientes, que aquele lugar, mesmo compartilhado com dezenas de outros clientes, é só dele.
Em uma rápida reflexão, você se sente representado ou pertencendo a uma marca Brasil? Uma pergunta subjacente, mas igualmente reveladora seria, a qual marca Brasil esse cara se refere? Evidentemente , lugares e, principalmente países são marcas plurais, polifônicas. No nosso caso, todavia, podemos pensar, o país do futebol, o país do futuro, o país do Carnaval, país dos políticos e da corrupção, o país da hospitalidade, o país do jeitinho... e por aí vai...

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