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"A menor das coisas com significado tem mais valor do que as maiores coisas sem significado" já dizia jung

Um dos desafios conhecidos do branding é dar significado as coisas. Mais do que isso, na CEB+D, acreditamos em “achar” o significado das coisas, algo cada vez mais difícil em um universo de poluição de informação e de estímulos exagerados e caóticos.

Diante desse fenômeno fica evidente a necessidade de alternativas para a comunicação entre clientes e produtos/marcas. Um caminho, que acreditamos ser uma tendência sem volta, é a experiência com a marca. Estrategistas inteligentes criarão formas de “abraçar” o consumidor, criando um universo da marca que substituirá com mais eficiência a imagem publicitária tradicional e muitas vezes o próprio logotipo da empresa.

NADA SUBSTITUI A EXPERIÊNCIA!

Entenda porque:
Ao comprarmos produtos, compramos, na verdade, o que ele “faz”, mas ao escolher uma marca, entre tantas outras, compramos o que ela “significa” e também “porque ela significa”.
É por causa desse “significado” que procuramos alinhar a marca com sua respectiva “identidade tribal”. Esse significado só fará algum sentido se emissor e receptor estiverem alinhados.
É esse significado alinhado entre marca e mercado, emissor e receptor, que contribui “significativamente” para a perpetuação de uma marca, ao contrário da utilidade dos produtos, que podem ficar obsoletos ou ultrapassados rapidamente, ou ainda, podem ser copiadas com uma velocidade assutadora.

Não basta, mais, só bombardear o consumidor com informação. Essa informação tem que estar inserida em um contexto relevante para essa audiência, criando uma experiência, uma emoção, que será, comprovadamente, mais memorável do que só um logotipo, ou uma campanha publicitária comparável a música de elevador. Da mesma forma que chamamos esse tipo de música de “easy listening” e a classificamos como descartável, ou pior, irrelevante, estamos vivendo na publicidade e na comunicação uma geração de “easy viewing”, onde desvalorizamos a capacidade de compreensão de nossas audiências oferecendo uma comunicação genérica e insípida, que como já vimos, será esquecida segundos depois de “consumida”.

Nosso cérebro aprendeu a se blindar de tanta informação, ou você acha que é o único no mundo que nota o crescente número de páginas “comerciais” enquanto o conteúdo de sua publicação preferida diminui com a mesma intensidade?

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