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04 Set Magazines, boutiques e agências de branding…

Algumas semanas atrás, soterrado em meio a uma pesquisa, me deparei com uma frase muito boa: “umas dessas agências globais sem cara”. Aquilo me soou automaticamente como uma verdade e esqueci do assunto. 

Recentemente, pensando sobre um novo departamento que abrimos na agência me peguei pensando sobre um termo comum usado por pequenas agências que querem muitas vezes justificar seu tamanho, as “agências bistrô”. 

Da mesma forma que a agência global não tem forma, não se personifica em nada, as agências bistrô usam um termo que se refere a algo rápido, cotidiano (claro que no nosso país o termo tem um alcance muito diferente, que remete a algo “chique”).

Na CEB+D, penso que somos um “bicho” um pouco diferente. Nem bistrô e muito menos Global. Penso na gente como uma “agência boutique”. Confesso que ao contrário dos gurus de MKT mundo afora eu não gosto muito desses rótulos bonitinhos (e gosto menos ainda da idéia de gurus) mas tive que me render a essa analogia. Vejam só , as boutiques não são nem as H&Ms da vida ( agências globais) e nem a lojinha de malhas da esquina.

São estruturas geralmente compactas que se diferenciam pelo relacionamento, não pela velocidade e nem pelo peso genérico de mega estruturas. São aqueles pequenos espaços onde as pessoas se sentem em casa, onde são entendidas.

No caso do branding, e me lembro de uma citação de uma professora que dizia perguntar (metaforicamente, eu espero) ao cliente: “você sabe que vou mexer nas suas gavetas, não é mesmo?” esse relacionamento de confiança, de compreensão é a base de todo o processo de trabalho.

Nessa reflexão, que compartilho nesse post , chego a conclusão que a verdadeira virtude de uma “agência boutique” é o sentimento, por parte dos clientes, que aquele lugar, mesmo compartilhado com dezenas de outros clientes, é só dele.

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