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09 Jan Marcas, humanos e maçãs.

Escrevendo as brandpills esse fim de semana surgiu a questão sobre as características de humanidade das marcas.
Nós na agência sempre falamos que marcas são como pessoas, tanto que atribuímos a elas características de personalidade, caráter e mapeamos ( e não criamos como muitos pensam e fazem) seu DNA.
Lembrei do Scott Bedbury em “O novo mundo das marcas” onde ele listava a “humanidade” como um dos 7 valores básicos de uma empresa. No começo tudo me soou como aquela receitas americanoides de sucesso nos moldes de pequena miss sunshine, até que me deparei com esse item, o quinto da tal lista.
Nele o autor lembrava como algumas marcas pareciam “humanas” como Levis’s e Coca-Cola e como outras pareciam sem vida, a maioria delas.
No atual cenário de hiper-tecnologia essa reflexão me parece cada vez mais necessária.
Em uma tentativa rápida elenquei algumas marcas que me pareciam humanas e acolhedoras e me deparei com uma surpresa, óbvia, APPLE.
Como uma empresa de tecnologia consegue ter essa relação com o consumidor e mais do que isso, tornar-se uma lovemark?
Os produtos facilitam a chamada vida moderna? claro, mas ao mesmo tempo criam necessidades onde antes tinha-se conforto.
Uma resposta logo surgiu. Será que a figura do fundador que deu a volta por cima, foi abandonado pelos pais e se tornou um multi milionário não teria nada a ver com isso.
Se pensarmos que todos os lançamentos da marca eram precedidos de uma apresentação ao vivo do próprio fundador, então presidente da empresa, fica a questão: será que esse cara já tinha sacado isso?
Uma coisa é certa, esse tal Steven não tinha nada de bobo.

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