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07 Jul “O lado negro da força”

Todas, ou quase todas, as marcas do mundo atual sonham com o status de Lovemark, ou “marca amada”, aquela que é seguida por uma quantidade enorme de consumidores aficionados.

O caso do estudante chinês que vendeu um rim para comprar um produto Apple levanta uma nova reflexão.

Se até agora era, mais ou menos corriqueiro (por mais estranho que possa parecer) as pessoas tatuarem em seus corpos logotipos de suas marcas de coração ( se pensarmos que times de futebol são marcas, isso se torna bem mais comum)chegamos agora a um exagero impensável da venda de órgãos para aquisição de produtos.

Alguns críticos da publicidade disparariam automaticamente que isso é culpa da propaganda que cria necessidades onde elas não existem. Mas o que pensar da Apple que praticamente não veicula nenhum tipo de propaganda tradicional?

Será que a tal “força da marca” tem esse poder ?

Será que acabamos de cunhar um novo significado para “fidelidade a marca”?

Será que Jobs é o anticristo?

Ou será tudo culpa desse tal de branding?

Cabe a reflexão. O que é certo é que, dessa vez, a marca deixou, de fato, uma marca.

 

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