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Um bom processo de branding pressupõe confiança de todos os envolvidos e inegável disposição para mudanças, por mais insignificantes que elas possam parecer

Se marcas são como pessoas as marcas também podem e devem ser analisadas, assim como as pessoas. No livro de Scott Bedbury, “O novo mundo das marcas” ele conta uma experiência que viveu com o autor Fritjof Capra certa vez. O exercício, aparentemente simples, consistia em responder a seguinte frase do mediador: Quem é você? Até aí nada demais, todos responderiam o seu respectivo nome, os mais desinibidos talvez a idade e os mais workaholics a profissão.

O problema começa quando a pergunta é feita repetidamente a mesma pessoa, obrigando o questionado a uma reflexão cada vez mais profunda sobre ele mesmo. Esse exercício narrado nada mais é do que um processo analítico, de auto-conhecimento. As marcas devem se perguntar a todo o instante quem elas são, correndo o risco de presenciar grandes surpresas. Nada mais comum do que um diretor ou presidente que, distantes da realidade da marca no mercado, bradam com indiscutível eloquência: “Eu sou Premium!” quando muitas vezes esse momento da tal marca já passou há pelo menos uma década… ou mais.

Nesses momentos, fica óbvio a necessidade de uma reflexão mais profunda sobre a identidade, a essência das marcas. Esse é um processo complexo de entrevistas, inúmeras conversas, discussões bastante delicado. Muitas vezes diremos ao cliente que tudo que ele acredita não mais coincide com a realidade. Um bom processo de branding pressupõe confiança de todos os envolvidos e disposição para mudanças, por mais insignificantes que possam ser.

Sempre citamos uma frase genial do filósofo Nietzsche que temos adesivada bem grande na parede do escritório , “Torna-te quem tu és”, pois bem, para nos tornarmos quem somos é preciso antes descobrir quem somos e esse é o nosso desafio e, porque não, o nosso prazer.

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Imersão

Etapa inicial do processo de branding, pesquisando a fundo a realidade de cada cliente, suas particularidades, necessidades e objetivos. É o momento em que o brandingse parece com uma mistura de arqueologia e psicologia, misturando algo que lembra uma escavação arqueológica com sessões de terapia individuais e grupais. durante esse processo cavamos, investigamos, cada vez mais fundo, na certeza de que cada marca é especial.

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Proposição

A pesquisa se transforma em conceito e o conceito se transforma em imagem, em sensações. Nesse momento é definida a identidade e personalidade da marca, sua síntese e sua forma. Tudo que foi pesquisado, refletido, discutido, ganha contorno, cheiro, som, gosto…é o momento em que a idéia se torna tangível, concreta.

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Implantação

Aqui o conceito e imagem se tornam cultura. Mesmo com o processo de construção realizado de dentro para fora, é necessário criar mecanismos de implantação de marca mais efetivos. A implantação passa pelo processo de capacitação de todos os envolvidos com a marca internamente. Mais do que uma capacitação tradicional essa é uma devolutiva, uma prestação de contas com todos os envolvidos que necessariamente, direta ou indiretamente, participaram daquele novo momento da marca. Ainda nessa etapa do processo são definidas a estratégias de lançamento/comunicação e fortalecimento da marca.

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Avaliação

O processo de construção de marcas é orgânico. Sua avaliação é contínua e ininterrupta. Nessa etapa avaliamos o sucesso do novo momento da marca e propomos possíveis correções de rota ou ainda novas possibilidades de atuação ou expansão.

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